Uma egrégora pode ser
definida como a soma de energias mentais de um grupo específico de pessoas condensadas
com força vibratória. Esse termo de caráter unissex é geralmente utilizado para
falar de formas-pensamento geradas por um ajuntamento humano, um ente criado
pela ação comum de um grupo ou uma congregação de espíritos dirigentes de uma
atividade espiritual. Portanto, de forma geral, podemos tratar uma egrégora
como um fenômeno produzido pela interação de pessoas com objetivos em comum,
uma “forma grupo” produzida em uma dimensão sutil que cuida dos interesses de
seus criadores.
As egrégoras podem ser divididas
em dois grupos: intencionais e casuais. Uma egrégora intencional é um produto
criado para servir propositalmente a um fim específico. Como um cãozinho
treinado, ela servirá de maneira eficaz, obediente e proativa aos propósitos de
quem a criou e será usada de forma consciente por seus “progenitores”.
Já uma egrégora casual nasce
de maneira involuntária sempre que as energias mentais das pessoas se reúnem em
prol de algo e pode ser facilmente dissipada se nenhum esforço ou evento
assegurar sua existência. É como uma historinha de ninar que o pai conta a seu
filho para fazê-lo adormecer e a criança, impressionada, divide com seus
coleguinhas de escola que acreditam nela e contam aos seus outros amiguinhos. A
história, agora revigorada pela crença infantil, assumirá, portanto, uma forma
egrégaria e começará a se tornar incrivelmente poderosa à medida que continuar
sendo alimentada pela fé.



